Sinopse
Após um erro de computador
no Departamento de Defesa, um milhão de contatos casuais formam uma cadeia de
morte: é assim que o mundo acaba. O que surge é um árido lugar, privado de suas
instituições e esvaziado de 99% de sua população. Um lugar onde sobrevivente em
pânico escolhem seus lados - ou são escolhidos por eles. Onde os bons se apoiam
nos ombros frágeis de Mãe Abigail, com seus 108 anos de idade, e os piores
pesadelos do mal estão incorporados em um indivíduo de poderes indivisíveis:
Randall Flagg, o homem escuro. King criou uma história épica sobre o fim
da civilização e a eterna batalha entre o bem e o mal.
Crítica
A Dança da Morte é o quarto livro que Stephen King publicou e o primeiro que tive a oportunidade de ler. Lançado em
1978, o livro é dividido em três partes e ambientado na década de 80: a
primeira ressalta a disseminação de um vírus mortal que, posteriormente, culminaria na morte de
milhares de pessoas. A segunda parte narra a luta dos sobreviventes enquanto tentam se agrupar e constituir uma nova
sociedade. A terceira e última relata o confronto final entre os dois grandes
grupos formados na história.
Ler
a Dança da Morte foi uma experiência incrível, e posso dizer que se deve ao fato da quantidade de páginas. Além de ter sido o meu
primeiro romance do autor, foi também a leitura mais longa que eu já tinha feito. O resultado foi um apego
ainda maior pelos personagens e pela trama em si.
